- PT -SCMLSB AFBM/A/C/01/09
- DC
- 1855-07-18
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Venda feita por José Fortunato Levita e sua mulher, Joana Rita Coelho Machado, a António Dias Maçãs, em 18 de Julho de 1855, pela quantia de 60.000 réis.
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Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Venda feita por José Fortunato Levita e sua mulher, Joana Rita Coelho Machado, a António Dias Maçãs, em 18 de Julho de 1855, pela quantia de 60.000 réis.
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Venda feita por Paulo José Cardoso e sua mulher, Cipriana da Conceição, a António Dias Maçãs, em 19 de Março de 1862, pela quantia de 400.000 réis.
O domínio útil da referida fazenda pertencia ao comprador, António Dias Maçãs.
Inclui o comprovativo do pagamento da contribuição de registo.
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Arrematação de terrenos baldios de pastagens e de um souto manso designado Satão feita por António Dias Maçãs, representado através de procuração por José Lourenço, em 06 de Fevereiro de 1871, pelas quantias de 241.000 réis e de 121.000 réis.
Estes prédios rústicos haviam sido penhorados à firma Sanchez & Sobrinhos, por dívidas contraídas à firma comercial Abreu & Companhia
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Venda feita por Tomé de Sousa Menezes e sua esposa, Joaquina Carlota da Costa de VillaLobos Moscoso de Menezes, a José Lourenço Semedo, em 18 de Março de 1871, pela quantia de 400.000 réis.
Inclui também uma certidão do registo predial da transmissão da mesma propriedade a favor do comprador; traslado da escritura da venda de um pedaço de terra com castanheiros feita por Manuel Lourenço Maçãs e sua mulher, Rosa Joaquina, a José Lourenço Semedo, em 16 de Janeiro de 1872, pela quantia de 24.000 réis; um recibo a comprovar o pagamento da contribuição de registo por título oneroso, efetuado por José Lourenço Semedo.
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Arrematação feita por António Eusébio Benito Maçãs, por si e como procurador do seu irmão José da Ascensão Benito Maçãs, em 21 de Maio de 1916, pela quantia de 5.401 escudos.
O prédio arrematado havia sido penhorado a Francisco Pedro Benito Maçãs, por empréstimo contraído a António Eusébio Benito Maçãs.
Inclui também uma declaração pela qual o arrematante se compromete a pagar o crédito de 2.000 escudos a João Vaz Fernandes; uma certidão dos autos da execução hipotecária movida por António Eusébio Benito Maçãs a Francisco Pedro Benito Maçãs; um recibo da receção de 5.401 escudos por parte dos arrematantes.
Compreende, ainda, os seguintes documentos relativos à hipoteca e execução da penhora do prédio rústico e urbano denominado Olhos de Água:
Integra, por fim, uma certidão do Juízo de Direito da Comarca de Portalegre, a comprovar a existência de uma ação hipotecária pendente, em que o executante António Eusébio Benito Maçãs solicitava o pagamento da quantia de 3.987,18 escudos, por parte de Francisco Pedro Benito Maçãs, residente em Buenos Aires.
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Venda feita por José António da Mata e sua mulher, Rosa de Jesus Mata e por Manuel da Silva Botelheiro e sua mulher, Felícia Maria, a João Pinto Fausto e a Francisco Pedro Benito Maçãs, em 28 de Dezembro de 1903, pela quantia de 3.200 escudos.
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Pedido de António Eusébio Benito Maçãs dirigido ao presidente e vogais da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Marvão, para a anulação da venda em hasta pública que estava a ser preparada pela Câmara Municipal de Marvão. O requerente afirma que é o legítimo proprietário da faixa de terreno a que se referiam os editais da venda pública.
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Venda feita por João Picado Lourenço a António Eusébio Benito Maçãs, em 27 de Junho de 1935, pela quantia de 250 escudos.
Inclui também uma certidão do registo predial da transmissão do prédio a favor do comprador.
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Transmissão do prédio Olhos de Água, avaliado em 654.150 escudos, a favor de António Eusébio Benito Maçãs.
Metade do domínio útil do prédio misto transmitido foi arrematado em hasta pública no âmbito de uma execução hipotecária a Francisco Pedro Benito Maçãs. A restante parte do domínio útil coube a António Eusébio Benito Maçãs por falecimento de seu irmão, José da Ascensão Benito Maçãs.
Por sua vez, o domínio direto foi adquirido à Fazenda Nacional, pela quantia de 4089 escudos.
Inclui mais duas certidões com a reprodução de averbamentos feitos à descrição predial do mesmo prédio misto.
Parte de Arquivo Familiar Benito Maçãs
Contém os seguintes documentos referentes à venda feita por Delmira Maçãs a Felismina Vitória Coutinho Calhau: missivas de João Pires Gavancha e Florindo dos Santos Escarameia dirigidas a Delmira Maçãs, com propostas de compra do prédio; correspondência trocada entre Delmira Maçãs, o seu primo Joaquim [Maçãs] e o advogado Mário Forjaz de Sampaio, com informação sobre as várias diligências relacionadas com a venda do prédio; contrato de promessa de compra e venda feito entre Delmira Maçãs e Felismina Vitória Coutinho Calhau, em 14 de Novembro de 1985, pela quantia de 1.300.000 escudos.
Compreende ainda a fotocópia da Caderneta Predial Urbana respeitante a uma morada de casas sita nos Alvarrões, cuja titular usufrutuária era Rosalina do Rosário Pinela Escarameia, antiga empregada doméstica de António Eusébio Benito Maçãs; fotocópia autenticada do assento de óbito da mesma Rosalina do Rosário Pinela, casada com José Augusto Laranjo e falecida a 25 de Novembro de 1974; comprovativos de registos prediais de imóveis de Delmira Maçãs, sitos na freguesia de São Salvador da Aramenha.